Splanchnizomai, "é uma palavra grega que significa 'intestino' e é ligada a 'emoção forte', 'compaixão'. Quando Jesus manifestava compaixão e curava, o termo usado para a compaixão de Jesus pela determinada situação era "splanchnizomai". O termo para compaixão. E havia cura."
Quem me ensinou isso foi uma amiga minha chamada Daniela, filha de Timóteo, neta de Ezequiel e bisneta de Daniel. (Veja aqui).
Olhando o noticiário, fiquei sabendo que na segunda-feira próxima (22/03) será o julgamento do casal Nardoni (aqueles que são suspeitos da morte da menina Isabela). Não posso afirmar se eles são ou não culpados deste crime bárbaro. Cá pra nós, um criminoso não pode ficar impune! Ao meu ver, o sistema punitivo brasileiro é muito falho e ineficaz, mais essas falhas não justificam a impunidade. Há muita impunidade no nosso país.
Imagino que poderíamos acrescentar um novo princípio ao direito brasileiro, ao sistema carcerário brasileiro, ao sistema punitivo, ao Estado Democrático de Direito, o Princípio Splanchnizomai. Não estou propondo a impunidade, de maneira alguma! Seria o que ouso chamar de Punidade Splanchnizomai. Punir Splanchnizomai. Acredito que assim veríamos alguma diferença no punir, porque o que observamos hoje é que a cadeia funciona como uma 'escola do crime'. E isso precisa mudar! Imagine uma prisão splanchnizomai. Um lugar onde o preso vai pra aprender a VIVER de maneira digna e honrosa...muito diferente da realidade. Nossos presídios estão em condições precaríssimas, é uma realidade desprezível, desumana, uma realidade absurda.




2 comentários:
Acabei de ler sua publicação aqui no blog. Mto bacana, Ciro!
Não conhecia o significa dessa palavra, na verdade, nem nunca tinha ouvido ou lido: "Splanchnizomai"! rsrs
Vou te acompanhar sempre que puder aqui no blog! Deus te abençoe!
Uma amiga postou no meu blog um comentário e usou esta expressão. Fui buscar o significado no Google. Daí cheguei no seu blog. Valeu!
Quanto ao sistema penitenciário, concordo com vc. A estrutura precisa mudar, pois se não ocorrer deixa de cumprir sua função social, permanecendo tão somente a punitiva.
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